quinta-feira, 28 de novembro de 2013

Walt Whitman

Confesso que tenho andado um pouco desactualizada no que toca à poesia. Li apenas um pouco do poema "Canto de Mim Mesmo" do Walt Whitman, ou seja, alguns excertos que encontrei na Internet. No entanto, à primeira vista parece ser fantástico, recheado de conotações. Fala de uma viagem eterna, que interpretei de diversas maneiras e, não me consigo decidir qual delas posso apresentar-vos. A poesia está um pouco em falta no nosso dia-a-dia. Os adolescente não consideram que ler poesia seja "ler", no entanto, é. Já não é algo muito procurado, mas tenho a certeza que os verdadeiros apreciadores de poesia vão gostar deste livro!
Bom final de semana! Sugestões?

sexta-feira, 18 de outubro de 2013

Cidades de Papel

Acabei à algum tempo de ler "Cidades de Papel" do John Green. Primeiro, é um livro excelente; segundo: é um livro excelente; terceiro: é um livro excelente. E isso deve-se ao John Green. Este autor faz-me, simplesmente, entrar noutra dimensão. Devoro, por completo, os livros dele. Fazem-me querer viver uma história de amor igual. Confesso que no início não achava que me pudesse apaixonar pelas personagens criadas por este escritor, mas apaixonei-me. Neste grande livro é reforçada o facto de as pessoas serem feitas de papel, a viverem nas suas cidades de papel.

segunda-feira, 9 de setembro de 2013

Liberdade

Tenho estado a ler "Adrenalina" do Jeff Abbott (que só por acaso tem sido extremamente interessante) durante as minhas tardes na praia. E já há alguns dias, que quando me começa a doer a cabeça devido as esforço dos olhos e ao sol, vou até à agua e flutuo, enquanto uma maré de pensamentos me invade. Ali sou só eu e a minha liberdade, sou só eu e a minha liberdade com as ondas a refrescarem-me confortavelmente. E se eu de repente fosse privada do silêncio, do som, da comida, da água, do frio, do calor, de dormir, de estar acordada, dos prazeres da vida, da música, da leitura, de respirar ou de espaço. Se de repente violassem a minha privacidade, a minha mente, o meu corpo, os meus pensamentos. E se de repente eu perdesse a minha liberdade? Se eu tivesse de fugir para manter a minha vida, ou mesmo a minha sanidade mental? Se não pudesse dizer não ou sim conforme a minha vontade. Na verdade, se fosse o único modo de vida, ou a única maneira de sobreviver, o meu corpo, assim como a minha mente, acabariam por se habituar. Não e tão estranho? 
Temas? Beijo!